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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Um momento para reflexão

Estamos vivendo momentos decisivos no processo da evolução humana e acreditar que ainda somos os co-criadores da vida e portadores de sentimentos nobres, apesar do caos que está emergindo nas atitudes insensatas dos filhos da Terra, é uma questão de defesa,   cuidado, respeito e consideração pela nossa espécie e sua preservação.
Nunca foi tão complicado lidar com o ser humano e sua problemática existencial, a exemplo da comunicação que se tornou  um dos maiores entraves nas relações devido a má utilização de suas ferramentas, principalmente os dons de nascença como a linguagem em todos os seus aspectos. Me atrevo a dizer que se tornou uma epidemia  nos meios sociais a dificuldade de expressão e de compreensão entre as pessoas, o que tem provocado o surgimento de um grande número de aleijados emocionais. Com o propósito de quebrar esse ciclo, precisamos nutrir os relacionamentos com uma boa dosagem de transparência e o exercício constante do comportamento empático, para que na compreensão do outro sejamos capazes de olhar a nós mesmos com mais sinceridade, e praticar a tolerância e a bondade que nos torna seres dignos de pensar, raciocinar e sentir.
Por que insistimos em dificultar uma vida tão curta e evidentemente delimitada pelo nascer e morrer? Será que ficamos lesados pela consciência superficial da matéria e acreditamos que o que vemos é absolutamente real, sem atentar para os mistérios que permeiam a complexidade humana que nem a ciência consegue desvendar?! Acredito que existe uma carência profunda de reflexão sobre o sentido da vida, bem como os principios e valores necessários que possam ajudar a construir uma caminhada mais leve sedimentada de bons momentos e aliviantes relações. E coadunando com essa premissa criar uma capacidade de encarar situações desafiantes com um progressivo senso de justiça, honestidade consciente, discernimento esclarecedor e propulsor de escolhas inteligentes, ações e reações criativas e uma boa dosagem de resiliência.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

O farol da esperança

A esperança é um raio de luz na noite escura do desespero e um fortificante da autoconfiança.

É um despertador da vitalidade e um animador natural dos sonhos acalentados pela persistência dos que creem no poder da transformação.
É um balsámo para a dor que as frustrações e as perdas provocam minimizando os seus efeitos e diluindo as amargas emocões do medo e da tristeza.
Quando os dias se tornam ásperos e as situações ficam dificeis ocasionando desvios nas rodovias da vida, é ela que dá lucidez e segurança no que está porvir.
É um pulsar vibrante nos corações que amam sem intelectualizar retornos e se entregam a paixão de estar vivos, nutridos pela alegria que estabelece o entusiasmo e o otimismo que condiciona os ideais superiores.
Capacita todos àqueles que se permitem invadir pelos seus efeitos salutares para as realizações mais complexas e para lidar com os eventos mais estranhos que a vida impõe.
É uma fonte de inspiração para as mentes brilhantes que se comprazem em explorar os vastos campos do saber e criar novas alternativas de viver.
Motivação que energiza a vontade e o prazer de continuar  vivendo mesmo que tudo esteja contra ao que se programa, estimulando a fé que dá sustentação quando os problemas se avolumam e parecem insolúveis.
Incentivo a criatividade para seguir vislumbrando o melhor que se pode extrair do próprio viver e não estancar em obstáculos que devem ser removidos com o manacial da inteligência.
Contentamento genuino de crer no que não se vê e jamais desistir de confiar na capacidade especial que o ser humano tem de dar guinadas no seu caminho de aprendizados, registrando os ensinamentos contidos na universidade da vida .